Tabela 1. Distribuição das notificações de violência contra gestantes, segundo raça/cor,
idade
e escolaridade. Brasil, 2023.
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Tabela 1. Distribuição das notificações de violência contra gestantes, segundo
raça/cor, idade
e escolaridade. Brasil, 2023.
|
|
Violência % (n)
|
Nascidos Vivos
(n)
|
Taxa por 1.000 NV
|
|
Brasil
|
100,00 (19851)
|
2.537.511
|
7,82
|
Raça/cor
|
|
|
|
Branca
|
29,30 (5816)
|
840.041
|
6,92
|
Preta
|
11,91 (2365)
|
196.323
|
12,05
|
Amarela
|
0,95 (189)
|
11.956
|
15,81
|
Parda
|
52,61 (10444)
|
1.413.597
|
7,39
|
Indígena
|
2,70 (536)
|
29.622
|
18,09
|
Ignorado
|
2,52 (501)
|
45.972
|
10,90
|
Idade
|
|
|
|
< 20 anos |
41,02 (8142)
|
303.266
|
26,85
|
20 a 34 anos
|
26,96 (9323)
|
1.778.936
|
5,24
|
35 ou mais
|
12,02 (2386)
|
455.278
|
5,24
|
Escolaridade
|
|
|
|
< 8 anos |
28,46 (5649)
|
290.246
|
19,46
|
8 anos ou mais
|
47,99 (9526)
|
2.230.168
|
4,27
|
Ignorado
|
23,56 (4676)
|
16.855
|
277,4
|
NV= nascidos vivos; n= número absolutos de casos; %=
porcentagem
À análise espacial, os resultados obtidos por meio do Índice de Moran Global
indicaram autocorrelação
espacial positiva das taxas de violência contra gestantes, com I de Moran = 0,374 e z-score =
14,5871,
evidenciando padrão espacial não aleatório. A distribuição espacial evidenciou ainda que as taxas
mais
elevadas se difundem de forma heterogênea pelo país. Entre as unidades federativas, nota-se que os
estados da Região Norte, especialmente Acre, Amazonas e Roraima, apresentam a maior ocorrência
de violência contra a gestante. Não obstante, os estados do Mato Grosso do Sul e do Paraná, também
evidenciaram índices elevados. Em contrapartida, estados como Rondônia, Sergipe, Piauí, Bahia e Rio
Grande do Sul, apresentaram predominância de regiões com taxas mais baixas ou nulas Figura 2A.
Nas regiões imediatas destaca-se ainda Corumbá-MS, Manacapuru-AM, Coari-AM, Brasiléia-AC com altas
taxas (53,52; 27,88; 26,25 e 25,76 por 1.000 NV, respectivamente). As menores taxas corresponderam
às
regiões imediatas de Simplício-PI, Caxambu-MG, Dracena-SP, Ituporanga-SC, Santiago-RS, Tapejara-RS,
Sananduva-RS, Itabaiana-SE e Valença-BA com taxa nula Figura 2A.
A análise da autocorrelação espacial revelou regiões imediatas que formavam
conglomerados
espaciais significativos (clusters). Sendo identificadas 29 regiões imediatas com
correlação espacial
direta ou positiva classificada como cluster alto-alto (5,69% do total de regiões imediatas
do Brasil),
indicando regiões imediatas com alta taxa de notificações de violência contra gestantes, vizinhas de
outras regiões igualmente elevadas. Esses agrupamentos podem ser visualizados no mapa pelas áreas
em vermelho-escuro, correspondendo a seis clusters distintos, sendo o mais expressivo
localizado na
Região Norte do país, abrangendo os estados do Acre, Amazonas e Pará Figura 2B.
Por outro lado, 70 regiões imediatas formaram 8 clusters com classificação
baixo-baixo (13,73% do
total de regiões imediatas), ou seja, regiões imediatas com baixa taxa de notificação de violência
contra gestante rodeadas de outras que também apresentam baixas taxas. Essas regiões foram
apresentadas na cor azul-escuro, sendo o maior composto abrangido pelo Maranhão, Piauí, Bahia,
Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas e norte de Minas Gerais Figura 2B.
Observa-se, ainda, a presença de padrões de correlação espacial negativa ou inversa,
caracterizadas
por contrastes entre os valores locais e os das regiões vizinhas. Três regiões imediatas
apresentaram o
padrão alto-baixo (0,59%), e sete foram classificadas como baixo-alto (1,37%) Figura 2B.
Figura 2. Distribuição das taxas de notificação de violência contra gestantes e seus
clusters, Brasil
2023.
No que tange à distribuição por raça/cor, verificou-se que as notificações de
violência contra
gestantes ocorrem com padrões distintos entre os diferentes grupos. A ocorrência em gestantes
pardas destacou-se pela abrangência, amplamente dispersa por diversas regiões Figura 3B. Enquanto
a ocorrência nas raças/cores amarela e indígena destacam-se pela magnitude, apresentando taxas
superiores a 80 notificações por 1.000 NV Figura 3D e
3E.
Evidencia-se que a violência contra a gestante na raça/cor amarela ocorre
predominantemente no
Norte do país, sobretudo nos estados do Amazonas, Acre e Pará. Todavia, taxas superiores a 80
também são encontradas nas demais regiões (Nordeste, Centro-Oeste e Sul) Figura
3D. Da mesma
forma, as taxas na raça/cor indígena predominam-se de modo geral na região Norte brasileira,
estendendo-se a porção ocidental do Centro-Oeste (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e aos estados
do Sul Figura 3E.
Figura 3. Distribuição espacial de violência contra gestante no Brasil, segundo raça/cor da
vítima. Brasil, 2023.
(A)Branca. (B)Parda. (C) Preta. (D)Amarela (E)Indígena.
Quanto à distribuição da violência contra gestantes segundo a faixa etária
Figura 4, fica evidente uma
disparidade significativa nas taxas de violência nas diferentes idades estudadas. As jovens com
idades
inferiores a 20 anos, foram as mais acometidas, em especial na Região Norte e Centro-Oeste do país,
com destaque para os estados do Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e Mato Grosso do Sul
Figura 4A. Já entre as gestantes de 35 anos ou mais, as taxas foram as mais
baixas em termos de intensidade, com
predomínio de taxas inferiores a 5 notificações, exceto por algumas regiões imediatas nos estados do
Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul, onde foram identificadas taxas superiores a 10 Figura 4C.
Figura 4. Distribuição espacial de violência contra gestante no Brasil, segundo faixa etária
da
vítima. Brasil 2023.
No tocante à escolaridade das gestantes, evidencia-se que mulheres com menos de 8
anos de estudo
foram as principais vítimas, alcançando taxas superiores a 55 notificações por 1.000 NV em algumas
regiões imediatas, principalmente nas Regiões Norte e Centro-Oeste do país Figura
5A.
Todavia,
observa-se que a violência também atinge gestantes com 8 anos completos ou mais de escolaridade,
embora na maioria dos casos, as taxas se mantenham inferiores a 5 notificações por 1.000 NV. As
principais exceções ocorrem em focos localizados nos estados do Amazonas, Pará, Tocantins e Mato
Grosso do Sul, onde foram identificadas regiões imediatas com elevações pontuais Figura
5B. Contudo,
ressalta-se, que houve notificações em que o campo foi ignorado ou não preenchido (23,56%).
Figura 5. Distribuição espacial de violência contra gestante no Brasil, segundo a
escolaridade
da vítima. Brasil, 2023.
Discussão
Este estudo buscou identificar a distribuição espacial das taxas de violência contra
a gestantes no
Brasil em 2023. No decorrer da pesquisa, não foram localizados trabalhos que tenham explorado
essa temática sob uma abordagem espacial, sendo este um dos primeiros em nível nacional, o que
possibilita importantes contribuições, como a identificação de áreas com maior concentração de
casos, colaborando para a compreensão das dinâmicas territoriais da violência contra a gestante e
para a sinalização de regiões potencialmente mais vulneráveis.
A taxa nacional foi de 7,82 casos por 1.000 NV, indicando um cenário preocupante,
sobretudo por
envolver a chamada dupla vulnerabilidade, da mulher e do feto, o que evidencia a necessidade
de cuidados específicos e qualificados por parte dos serviços de saúde. Esse contexto demanda
acolhimento sensível e intervenções integrais por parte das redes de atenção, com foco na proteção
da gestante e na garantia de seus direitos4.
Adicionalmente, o estudo conduzido por Soares e colaboradores em 2023, caracterizou
as principais
causas de óbito entre mulheres com notificações de violência interpessoal durante a gestação,
observando que no período de 2011 a 2017, 45,20% das gestantes com notificação de violência
durante a gestação foram a óbito. Tal observação preocupa e amplifica a necessidade de intervenções
imediatas para a prevenção da violência e consequentemente do feminicídio durante a gestação3.
Para além do contexto brasileiro, a violência contra gestantes não se configura como
um fenômeno
isolado, sendo amplamente reconhecida em diferentes cenários internacionais. No contexto
latinoamericano,
observa-se uma situação preocupante, como no Peru, onde a prevalência de violência
contra gestantes alcançou 29,44%16. Em países de alta renda, como os Estados
Unidos da América,
evidências indicam que os homicídios ocorridos durante a gestação ou nos 42 dias subsequentes ao
seu término superaram, em mais do que o dobro, as principais causas tradicionais de mortalidade
materna17.
Neste estudo, por meio do método de varredura espacial, foi possível identificar as
áreas mais
vulneráveis à violência contra gestantes, com clusters alto-alto concentrados
predominantemente na
região Norte do país, com destaque para os estados do Acre, Amazonas e Pará. Estudos anteriores
já indicavam essa região como uma das que mais crescem em índices de violência no Brasil18.
Além
disso, dados mostram que o Amazonas e o Acre registram as maiores proporções de mulheres que
relataram ter sofrido ou presenciado violência doméstica (57% e 54%, respectivamente), com índices
superiores à média nacional, que é de 48%19.
A concentração desses casos nessa região pode sugerir peculiaridades geográficas.
Obstáculos
geográficos dificultam o acesso aos serviços de apoio, e a percepção da gravidade dos casos20. Mulheres rurais estão
mais propensas à violência, visto que elas demandam uma dependência maior
do parceiro e não sabem a quem ou ao que recorrer, enfrentando dificuldades para pedir ajuda21.
Ademais, o Brasil é marcado por profundas disparidades regionais, que se refletem nos
indicadores
sociais, econômicos e de saúde. As regiões Norte e Nordeste, em particular, concentram os piores
resultados nesses indicadores, evidenciando um cenário de desigualdade histórica e estrutural em
relação às demais regiões do país22,23.
Apesar dos estados de Rondônia, Sergipe, Piauí e Bahia apresentarem taxas mais
baixas de violência
contra a gestante, vale destacar que, segundo o Atlas da Violência no Brasil (2025), tais estados
apresentam altas taxas de homicídio feminino. Segundo este documento, a Bahia é considerada o
estado mais violento para as mulheres, e os estados de Rondônia e Piauí, os de maior incidência de
feminicídio no Brasil nos anos de 2018 a 2023. Já para os estados de Mato Grosso do Sul e Paraná,
que apresentaram índices elevados de violência contra a gestante neste estudo, Mato Grosso do
Sul aparece como estado de baixa proporção de feminicídio no Atlas da Violência, inclusive com
decréscimo no período de 2018 a 2023, e o Paraná, acompanha a proporção apresentada para a
Bahia24.
As contrariedades entre os dados de violência contra gestantes e feminicídio, podem
indicar
dificuldades por parte de alguns estados para a notificação dos dados, já que é esperado que regiões
mais vulneráveis para o feminicídio, também o sejam à violência contra a mulher, inclusive
gestantes.
Para a variável raça/cor, os dados revelam uma predominância de casos entre mulheres
pardas, além
de uma maior magnitude das taxas entre as de raça/cor amarela e indígena. Esse achado corrobora
com evidências que mulheres pretas, pardas e de minorias étnicas são as principais vítimas da
violência25.
Além disso, dados do IBGE evidenciam profundas desigualdades no acesso a trabalho e
educação. Cerca
de 69% dos cargos gerenciais são ocupados por pessoas brancas, demonstrando a sub-representação
de grupos racializados em posições de liderança26. Na educação, a taxa de analfabetismo entre
pessoas pardas é de 8,8%, mais do que o dobro da observada entre pessoas brancas (4,3%). Entre a
população indígena, esse índice é ainda mais alarmante, alcançando 16,1%27.
As elevadas taxas observadas entre gestantes autodeclaradas amarelas, especialmente
na Região
Norte, devem ser interpretadas com cautela devido ao efeito de instabilidade das taxas em populações
de pequeno tamanho. Nesta região, que abriga apenas 0,20% da população amarela do país, um
número absoluto pequeno de casos pode resultar em taxas proporcionais muito elevadas28.
Quanto às mulheres indígenas, observa-se que, apesar das transformações ocorridas
desde o período
da colonização, muitas ainda são vítimas de exploração sexual. Persistem estereótipos que as reduzem
à hipersexualização e fetichização, perpetuando a violência. Além disso, o contato com o homem
branco e a introdução de álcool e outras drogas nas comunidades indígenas têm intensificado a
violência praticada por indígenas contra suas companheiras e outras mulheres do grupo29.
A predominância de violência contra gestantes de raça/cor amarela e indígena na Região Norte,
sobretudo no Amazonas, Acre e Pará, passam ainda pelo fenômeno do extrativismo vegetal ou mineral.
Nesses espaços observa-se as chamadas corrutelas, pontos de apoio que operam como cozinha,
bar, loja de suprimentos, alojamento, lazer e socialização. Nas corrutelas é comum a ocorrência de
prostituição e exploração sexual de meninas e mulheres, incluindo o abuso de álcool e drogas, onde
o gênero é um marcador fundamental. Há relatos de agressões e até assassinatos quando a vontade
dos homens é contrariada24.
Sobre à faixa etária, observou-se a ocorrência de violência em todos os ciclos e fases da vida da
mulher,
indicando que se trata de um fenômeno que transcende à idade25. No entanto, as maiores taxas
foram entre menores de 20 anos, possivelmente devido à dependência socioeconômica e emocional.
Essa dependência, frequentemente associada à baixa escolaridade e à falta de inserção no mercado
de trabalho, contribui para a vulnerabilidade de mulheres jovens30. Nesse contexto, a violência pode
emergir como uma expressão das limitações estruturais e, em alguns casos, ser naturalizada ou
tolerada como estratégia de sobrevivência.
Entre as jovens dessa faixa etária, o ciúme por parte de parceiros íntimos permanece como um
fator relevante. Comportamentos de controle, são frequentemente aceitos e interpretadas como
demonstrações de cuidado, contribuindo para a banalização e invisibilidade das dinâmicas
abusivas31. Por outro
lado, observa-se também que a ampliação ao acesso a informações e aos serviços públicos,
como os de segurança, educação e saúde, tem potencial para fortalecer estratégias de rompimento do
ciclo de violência e incentivo à denúncia dos agressores, sendo um avanço ao enfrentamento dessas
situações de opressão. Nesse contexto, destaca-se, ainda, a atuação da vigilância epidemiológica,
que
atua de forma decisiva ao identificar uma gestante com 14 anos ou menos, realizando a notificação
compulsória de estupro de vulnerável, conforme previsto na legislação vigente no Brasil, o que pode
resultar em um maior número de notificações na faixa etária menor de 20 anos25,32.
Entre gestantes com idades mais avançadas, os números de violência perpetuada tendem a ser
menores, o que pode indicar um maior planejamento familiar e de vida pessoal. Muitas mulheres
nessa faixa etária em geral, possuem maior independência, estabilidade emocional, melhores
acessos a métodos contraceptivos e têm o desejo de priorizar a carreira profissional para alcançar
a estabilidade financeira antes de começar uma família33.
Além disso, essa maior preparação para
a gestação, tem como resultado, uma maior assertividade na escolha do parceiro e relações mais
estáveis, contribuindo para uma melhor experiência durante o período puerperal e menor exposição
à violência.
Em relação ao nível de escolaridade das vítimas, estudos anteriores corroboram que há maior
prevalência de casos de violência entre as gestantes com baixa escolaridade, destacando
principalmente que a maioria das mulheres em situação de violência possuía menos de 8 anos de
estudo13,
sugerindo uma correlação inversa entre o nível de escolaridade e a tolerância à violência,
quanto maior o acesso à educação, menor a aceitação de situações abusivas. Ademais, o déficit de
alfabetização constitui um fator que torna a gestante dependente financeiramente de terceiros, já
que a escolaridade está relacionada à ampliação das oportunidades no mercado de trabalho e,
consequentemente, a melhores condições de vida 34.
Algumas limitações estão presentes neste estudo. Uma delas consiste no uso de dados secundários
sujeitos à incompletude de informações, a possibilidade da subestimação em decorrência da
subnotificação de casos e a impossibilidade de estabelecer inferências causais diretas. Contudo, os
dados se mostram promissores por se tratarem de informações inéditas, oferecendo insights
valiosos e
essenciais para compreensão do fenômeno em estudo, contribuindo para orientar futuras pesquisas.
Conclusão
A violência contra gestantes está presente em todo o território nacional,
evidenciando seu caráter
multifatorial e complexo, ao atingir mulheres de diferentes raças/cores, faixas etárias e níveis de
escolaridade. Entretanto, foram identificadas variações regionais, com maiores taxas nos estados do
Amazonas, Roraima, Acre, Mato Grosso do Sul e Paraná, sinalizando importantes disparidades entre as
regiões. Observou-se maior vulnerabilidade entre gestantes com menos de 20 anos, autodeclaradas
pardas, amarelas e indígenas, e com baixa escolaridade, indicando maior exposição desses grupos à
violência.
Cabe destacar que, as características étnico-raciais da violência contra gestantes,
podem ser
imprecisas. As notificações de indígenas e amarelas, por exemplo, por nem sempre se basearem
em autodeclaração, tendem a se perder na categoria “parda”, ou seja, é possível que a violência
contra gestantes indígenas e amarelas, esteja subnotificada em algumas áreas, sendo ainda mais
representativas do que o observado neste estudo.
Medidas de proteção, informação e acolhimento às vítimas, são essenciais para
garantir que este
ciclo seja dissipado. Cabe também a implementação de políticas públicas mais eficazes, fortalecendo
especialmente a atenção primária à saúde, onde o pré-natal é a porta de entrada das gestantes no
sistema público de saúde e possibilita a criação de vínculo, abrindo espaço para debates e escuta
ativa das mulheres, identificando e intervindo em suas vulnerabilidades.
Conflitos de interesse: Não há conflito de
interesse.
Financiamento: O presente trabalho foi realizado com apoio do Programa de Iniciação
Científica
com Bolsa PIBIC-UNINGÁ e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil
(CAPES) - Código de Financiamento 001.
Contribuições dos autores: RMPS: Conceituação; Curadoria dos dados; Investigação;
Visualização;
Redação-preparação do rascunho original; Redação-revisão e edição. MLMdS: Curadoria de dados;
Investigação; Metodologia; Validação; Visualização; Redação-preparação do rascunho original;
Redação-revisão e edição. LSdA: Análise formal; Visualização; Redação-revisão e edição. EMC:
Validação; Redação-revisão e edição. RRdO: Conceituação; Curadoria de dados; Investigação;
Metodologia; Administração do projeto; Supervisão; Validação; Redação-preparação do rascunho
original; Redação-revisão e edição.
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