Tabela 3. Distribuição dos consequentes relacionados à segunda vítima, Fortaleza, Brasil,
2024
Tabela 4. Distribuição dos conceitos relacionados e termos substitutos da segunda vítima,
Fortaleza, Brasil, 2024
X
Tabela 4. Distribuição dos conceitos relacionados e termos substitutos da segunda
vítima,
Fortaleza, Brasil, 2024
|
Conceitos Relacionados |
Número de Citações % (n) |
Segurança do Paciente3,
11-
14,
17,
20-
24,
27,
29-
38
40,
42,
43
| 63,40 (26) |
Saúde do Trabalhador3,
11,
15,
23,
26-
28,
30,
31
| 17,00 (7) |
|
Saúde Mental12,
17,
23,
28,
38,
44
| 17,00 (7) |
|
Termos Substitutos
|
Fenômeno da Segunda
Vítima11,
14,
17,
20,
21,
24,
26,
32,
33,
35,
38,
44,
46
| 31,70 (13) |
|
Síndrome da Segunda
Vítima13,
18,
22,
24,
30,
31,
46
| 17,00 (7) |
|
Conceito de “Segunda Vítima
A identificação dos elementos fundamentais do conceito possibilitou delimitar sua definição e seu
campo de aplicabilidade, diretamente relacionados às características das experiências vivenciadas pelos
profissionais de saúde.
Nesse sentido, a definição conceitual de segunda vítima proposta pelo estudo refere-se aos
trabalhadores
de saúde, acadêmicos e colaboradores administrativos ou de apoio, envolvidos direta ou indiretamente
no cuidado ao paciente que, ao implicarem-se em um incidente relacionado à assistência à saúde de
natureza não intencional, manifestam reações físicas, emocionais e psicológicas, com repercussões nas
dimensões biológicas, sociais, éticas e legais. As reações sem o suporte adequado e oportuno, podem se
tornar crônicas e, eventualmente, patológicas.
Nesse sentido, o conceito representa um fenômeno multifacetado, intrinsecamente relacionado
aos antecedentes históricos e à cultura dos serviços de saúde. Suas características evidenciam
preocupações relevantes, especialmente quanto à saúde mental e ao bem-estar dos profissionais da
saúde, no contexto da segurança do paciente. Para facilitar a compreensão das inter-relações desse
constructo, é apresentada abaixo, na Figure 2, uma representação gráfica que destaca sua
natureza e
suas correlações.
Figura 2. Estrutura Conceitual Gráfica do Conceito de Segunda Vítima e sua Relação
com os
Antecedentes, Atributos, Consequente e Conceitos Relacionados, Fortaleza, Ceará, 2024
3. Identificação de um modelo do conceito
Nesta análise, utilizou-se um caso real descrito na literatura, com as devidas adaptações para proteger
a identidade dos envolvidos. O exemplo prático selecionado ilustra o conceito de "segunda vítima",
destacando seus principais atributos e consequências. O caso busca evidenciar as características do
conceito, proporcionar uma compreensão precisa e facilitar sua aplicação.
“Uma enfermeira de cuidados intensivos pediátricos experiente, reconhecida por sua
dedicação,
cometeu um erro ao administrar uma dose excessiva de cloreto de cálcio a um bebê com problemas cardíacos
graves. O erro ocorreu devido a uma distração durante a preparação do medicamento.
Apesar de prontamente reconhecer sua falha, registrar o incidente e intervir para estabilizar o
paciente,
a enfermeira foi consumida por sentimentos intensos de culpa e remorso por ter causado danos
ao bebê, que veio a falecer cinco dias depois. Acredita-se que o erro tenha exacerbado a condição
cardíaca da criança, contribuindo para o desfecho fatal.
O caso ganhou ampla repercussão na mídia, o que levou o conselho de enfermagem a iniciar
uma
investigação sobre o incidente. Durante o processo, a enfermeira foi colocada em licença administrativa
pela instituição, sem receber suporte emocional ou profissional adequado. Sem o apoio de seus
colegas, ela começou a questionar suas habilidades profissionais, sentindo-se profundamente
frustrada, envergonhada e desamparada.
Após a conclusão da investigação, a instituição rescindiu seu contrato de trabalho, e o
conselho
de enfermagem impôs sanções que incluíam uma multa e um período probatório de quatro anos,
durante o qual sua administração de medicamentos seria supervisionada. A repercussão pública e
as consequências profissionais agravaram seu estado emocional, resultando em quadros de insônia,
ansiedade e depressão severa. Ela passou a reviver constantemente o incidente em seus pensamentos
e sonhos, afastando-se de amigos, familiares e da sua comunidade religiosa.
Mesmo após várias tentativas de reingressar no mercado de trabalho, a enfermeira
enfrentou barreiras,
o que intensificou seu isolamento e desespero. Diante da perspectiva de não poder mais exercer sua
profissão, a tristeza e o sentimento de inadequação culminaram em sua decisão de tirar a própria
vida, sete meses após o incidente. O impacto de sua morte foi profundamente sentido, com pacientes
e familiares que haviam recebido seus cuidados participando de um memorial em sua homenagem,
onde expressaram gratidão por sua compaixão e dedicação ao longo de sua carreira”.
4. Identificação das hipóteses e suas implicações
A análise do conceito de "segunda vítima", baseada na abordagem evolucionária de Rodgers,
ofereceu uma compreensão ampliada e prática do construto. A proposta permite integrar o conceito
nos debates sobre segurança do paciente e saúde do trabalhador.”
No entanto, os estudos sobre segunda vítima exploram as experiências e percepções de
profissionais
de saúde formais, mas o desenvolvimento futuro do tema requer maior abrangência. O arcabouço
conceitual proposto nessa pesquisa aponta para a necessidade de incluir outros trabalhadores da
saúde, indiretamente envolvidos no cuidado, que também compartilham a responsabilidade pela
segurança do paciente e podem ser impactados como "segundas vítimas".
Ressalta-se também a necessidade de futuros estudos que diferenciem o "fenômeno da segunda
vítima" e a "síndrome da segunda vítima", termos frequentemente tratados como sinônimos de
“segunda vítima”, mas que carecem de delimitação conceitual mais precisa.
Discussão
Contribuições do Conceito
O conceito de segunda vítima, apresentado neste estudo, revisita e expande a compreensão dessa
condição ao incorporar novas dimensões à sua definição. O diferencial da proposta está em sua
abordagem abrangente, que inclui não apenas médicos, mas todos os trabalhadores da saúde,
acadêmicos e colaboradores administrativos ou de apoio como potenciais afetados. A definição
também abrange as consequências físicas, emocionais, psicológicas, sociais, éticas e legais enfrentadas por
esses indivíduos, destacando a necessidade de suporte oportuno para prevenir efeitos crônicos e
patologias associadas.
A inclusão dos demais trabalhadores da saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas e
farmacêuticos e das
demais categorias profissionais não convencionais da saúde, como técnicos de laboratório, auxiliares de
limpeza45, profissionais da
radioterapia e porteiros17,
bem como de estudantes em formação
30,31,35,36,40,49,
representa um avanço na compreensão da vulnerabilidade desses grupos. No entanto, muitos desses
profissionais foram classificados genericamente como "outros" nos estudos, evidenciando a necessidade
de maior reconhecimento e inclusão formal desses agentes no debate sobre segurança do paciente e
na exposição a eventos que podem torná-los potenciais segundas vítimas.
O reconhecimento de que outras categorias profissionais, seja em processo de formação ou
indiretamente envolvidas no cuidado aos pacientes, também podem se tornar segundas vítimas,
representa uma importante contribuição. Essa constatação é um passo crucial para garantir que
instituições de ensino e hospitais desenvolvam programas de apoio mais abrangentes, assegurando
que nenhum indivíduo, independentemente de sua função ou estágio de carreira, fique desassistido
em momentos de crise.
A incorporação das repercussões e consequências na definição, por sua vez, legitima que os
danos
resultantes também impactam os trabalhadores da saúde. A validação é indispensável para viabilizar o
planejamento de abordagens eficazes de enfrentamento e amparo a esses profissionais, promovendo
ações que favoreçam sua recuperação e prevenção de impactos futuros. Uma revisão sistemática com
metanálise revelou que a síndrome da segunda vítima impacta 58% dos profissionais ao longo da
carreira, dos quais 60% se recuperam em até um mês, enquanto 20% demoram mais de um ano ou não
se recuperam50.
Dessa forma, a inclusão do suporte adequado e oportuno como elementos essenciais no manejo
dessas
experiências, bem como sua indispensabilidade como fator para evitar a cronificação e a patologização
das manifestações, é uma forma de alertar e responsabilizar as instituições de saúde a desenvolverem
estratégias de apoio para os profissionais, com o objetivo de evitar esses desfechos desfavoráveis.
Os mecanismos de apoio devem ser acessíveis, estruturados e amplamente divulgados, de modo a
assegurar resultados positivos e incentivar abordagens construtivas para lidar com as experiências
das segundas vítimas41. Nesse
contexto, a
cultura organizacional influencia diretamente o sofrimento
desses profissionais, podendo mitigá-lo ou intensificá-lo. Ambientes punitivos agravam os impactos
adversos, desestimulando a cultura de segurança do paciente, promovendo a ocultação de erros e
aumentando as subnotificações, o que dificulta o aprendizado organizacional e a correção de falhas40.
Base Contextual
Os antecedentes do conceito evidenciam a influência de uma cultura de segurança fragilizada nos
impactos negativos vivenciados pelas segundas vítimas. Os sintomas emocionais são intensificados
por culturas organizacionais punitivas. Essas culturas, centradas na culpabilização e gestão pelo medo,
comprometem o desempenho profissional e dificultam a prevenção de novos eventos adversos51. Dessa
forma, a promoção de uma cultura de segurança baseada na transparência, sem atribuição de culpa ou
punições, e no aprendizado contínuo é essencial para implementar melhorias organizacionais48.
Os atributos identificados como essenciais para caracterização do conceito refletem a
natureza
prolongada e abrangente da vivência, com repercussões físicas, emocionais, psicológicas, sociais,
morais e legais, destacando a profundidade de seus impactos. As manifestações são únicas impactam
nas áreas sociais, culturais, emocionais, espirituais e físicas52.
Sintomas recorrentes, como hipervigilância, flashbacks e sentimentos de vergonha, podem
persistir
por meses ou até mesmo anos, especialmente na ausência de apoio institucional adequado5. Quando
não tratados, esses sintomas podem evoluir para condições graves, como transtorno de estresse
pós-traumático, ansiedade, depressão e ideações suicidas53.
Embora alguns indivíduos apresentem
recuperação em curto prazo, outros enfrentam manifestações que podem perdurar por toda a vida17,
reforçando a necessidade de intervenções efetivas para prevenir a cronicidade e o agravamento dos
efeitos.
A discussão sobre a duração, cronicidade e patologização das manifestações da segunda vítima
possui
interligação com os termos substitutos encontrados nos estudos analisados. As expressões "fenômeno
da segunda vítima”21,26,
33,35,
38,45,
46,49
e "síndrome da segunda vítima”13, 18,
30 frequentemente são utilizadas
de forma equivalente à “segunda vítima”. No entanto, a partir das leituras, percebe-se que esses termos
estão mais relacionados às vivências e experiências do que aos próprios sujeitos. Contudo, essas
expressões refletem diferentes aspectos: "fenômeno" diz respeito às manifestações sintomáticas após
o incidente, enquanto "síndrome" se associa a casos em que o profissional desenvolve um quadro
patológico devido à falta de recursos para enfrentar a experiência.
A condição de segunda vítima está estreitamente relacionada a outros conceitos importantes,
como
saúde mental e saúde do trabalhador, além da segurança do paciente, como foi amplamente discutido
no artigo. As áreas convergem ao tratar do bem-estar dos trabalhadores, destacando a importância
de medidas preventivas e de apoio em situações de trauma relacionado ao trabalho. A relação entre
saúde ocupacional e segurança do paciente tem ganhado destaque, uma vez que condições laborais
adequadas influenciam diretamente a qualidade do cuidado e a segurança assistencial1.
Assegurar a qualidade dos serviços, exigi investimentos contínuos em formação, capacitação e
preservação da saúde dos profissionais. No entanto, os índices elevados de adoecimento entre os
trabalhadores revelam uma realidade preocupante, agravada pela ausência de políticas institucionais
voltadas para o equilíbrio entre a segurança do trabalhador e a do paciente. Esse cenário ressalta a
importância de implementar ações integradas que garantam esse binômio essencial: trabalhador
seguro e paciente seguro54.
Análise Crítica do Conceito
A análise dos manuscritos que compuseram a investigação conceitual demonstrou que, embora o
conceito de segunda vítima tenha se consolidado ao longo do tempo, seu uso também enfrenta críticas.
Questionamentos surgiram sobre a adequação do termo “vítima” ao se referir aos trabalhadores de
saúde, argumentando que pode transmitir uma ideia de passividade, isenção de responsabilidade e de
minimizar a necessidade de responsabilização ética e profissional.
Os críticos do termo "segunda vítima" argumentam que ele pode contradizer a cultura de
segurança do
paciente, desviar a atenção das necessidades dos pacientes e famílias afetadas, e criar um foco excessivo
nos profissionais em detrimento de uma abordagem equilibrada24.
A terminologia, segundo eles, pode
minimizar ou prejudicar a experiência dos pacientes ao sugerir que "todos são vítimas", diluindo a dor
real vivenciada por eles e seus familiares.
Além disso, pontuam que expressão pode transmitir a percepção de que os profissionais estão
mais preocupados consigo mesmos do que com os pacientes. Por isso, pesquisadores defendem a
reavaliação e possível substituição do termo por alternativas mais adequadas, desenvolvidas com base
em contribuições de pacientes e profissionais39.
Os defensores do termo "segunda vítima", por sua vez, argumentam que a expressão retrata a
realidade
dos profissionais afetados por erros originados em sistemas falhos, destacando a necessidade de
suporte institucional e de uma abordagem centrada no bem-estar organizacional. O termo sensibiliza
as instituições, promovendo uma cultura de segurança do paciente que inclui o apoio aos trabalhadores
como parte essencial das estratégias de aprendizado e prevenção25.
Os apoiadores sustentam que sua introdução foi benéfica, pois evidenciou os impactos dos
erros nos
profissionais de saúde, sem diminuir a gravidade das experiências vividas pelos pacientes. Argumentam
que, embora o cuidado centrado no paciente seja essencial, o bem-estar dos profissionais é igualmente
crucial para a segurança e a qualidade do atendimento. Defendem que o foco deve estar na prevenção
de novos incidentes, por meio da colaboração entre pacientes, familiares e profissionais, superando
debates terminológicos e priorizando ações práticas de suporte e prevenção.27
O criador do termo, Albert Wu, reconhece que, apesar das críticas, o conceito está
consolidado
e compreendido pelos profissionais de saúde, e sua mudança poderia causar confusão. O autor
argumenta que o termo cumpre seu propósito de chamar a atenção para os problemas enfrentados
pelos profissionais. No entanto, ele admite, que existem argumentos válidos tanto a favor quanto contra
seu uso. Nesse sentido, sugere que, por enquanto, é importante permitir que os líderes escolham os
termos com os quais se sintam mais confortáveis, desde que o objetivo seja o reconhecimento do
problema e a implementação de soluções adequadas29.
O presente estudo teve como objetivo realizar uma análise conceitual do termo "segunda
vítima",
buscando consolidar uma definição mais precisa sobre quem são esses sujeitos e as repercussões dos
eventos adversos para os trabalhadores. O autor não se propõe a reformular a terminologia existente,
mas reconhece que o termo "segunda vítima" pode não ser o mais adequado para designar esses
profissionais. Dessa forma, destaca-se a necessidade de estudos que sugiram outras terminologias
igualmente representativas, capazes de manter o impacto e a relevância do termo atualmente utilizado,
ao mesmo tempo que promovam maior precisão e aceitação no campo acadêmico e prático.
A pesquisa por ser um análise de conceito, apresentas limitações. O estudo, embora
proporcione uma
contextualização histórica e dinâmica do conceito, ela se fundamenta nas reflexões dos pesquisadores,
o que implica um viés interpretativo que limita a generalização de suas proposições. Ademais, a opção
por incluir apenas artigos de livre acesso pode ter restringido a abrangência da amostra analisada,
excluindo estudos relevantes disponíveis em bases com acesso restrito. No entanto, o estudo contribui
para a estruturação do conceito e sua definição, podendo subsidiar investigações futuras. Nesse sentido,
recomenda-se a realização de pesquisas que integrem abordagens que fortaleçam a aplicação prática
do conceito.
Conclusões
A análise de conceito baseada no modelo evolucionista de Rodgers proporcionou uma compreensão
mais precisa do conceito de "segunda vítima", com implicações relevantes para a segurança do paciente.
Dessa forma, o conceito de “segunda vítima” refere-se aos trabalhadores de saúde, acadêmicos
e colaboradores administrativos ou de apoio, envolvidos direta ou indiretamente no cuidado ao
paciente, que ao implicarem-se em um incidente relacionado à assistência à saúde de natureza não
intencional, manifestam reações físicas, emocionais e psicológicas, com repercussões nas dimensões
biopsicossociais, éticas e legais. As reações sem o suporte adequado e oportuno, podem se tornar
crônicas e, eventualmente, patológicas.
Os antecedentes identificados demonstram que a fragilidade da cultura de segurança e a
ausência
de mecanismos de apoio favorecem o surgimento da condição de segunda vítima entre profissionais de saúde. A
influência de fatores históricos e culturais contribui para a perpetuação do sofrimento,
reforçando a relutância em buscar ajuda e a manutenção da imagem de perfeição na saúde. Nesse
contexto, a experiência da segunda vítima exige uma reflexão sobre suas reações físicas, emocionais
e psicológicas, que não apenas caracterizam essa vivência, mas também evidenciam a necessidade de
suporte adequado.
As consequências dessa condição impactam tanto o bem-estar do profissional quanto a segurança
do
paciente e a dinâmica organizacional, comprometendo a qualidade do cuidado e o desempenho dos
trabalhadores. Diante disso, os conceitos relacionados à segunda vítima estão intrinsecamente ligados à
segurança do paciente e à saúde do trabalhador, ressaltando a necessidade de abordagens institucionais
eficazes para prevenção e suporte, a fim de minimizar seus efeitos negativos e promover um ambiente
de trabalho mais seguro e acolhedor.
Conflitos de Interesse: Os autores não possuem conflito de interesse.
Financiamento: A pesquisa não possuiu fontes de financiamento.
Contribuições dos Autores: Matheus Tavares França da Silva:
Conceitualização;
Organização dos
Dados; Análise Formal; Investigação; Metodologia; Gestão do Projeto; Software; Redação -Elaboração
de rascunhos originais. Caroliny Cristine dos Santos Mendes: Organização dos Dados; Análise Formal;
Metodologia; Gestão do Projeto; Software. Rebeca Furtado Fernandes: Organização dos Dados;
Análise Formal; Metodologia; Gestão do Projeto; Software; Sherida Karanini Paz de Oliveira: Supervisão;
Validação; Escrita – revisão e edição. Rhanna Emanuela Fontenele Lima de Carvalho : Supervisão;
Validação; Escrita – revisão e edição.
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